segunda-feira, 15 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Ser Árvore!
Dedico essa imagem ao Bosque Fractal!
A Lenda de Alraune
A base para a história de Alraune data da Idade Média alemã. A raiz da mandrágora , que possui um formato vagamente humanóide, era creditada pelos alquimistas como sendo produzida pela ação sobre a terra do esperma de enforcados, que ejaculavam ao terem seus pescoços quebrados. A própria raiz era utilizada em filtros e poções de amor, enquanto que seus frutos supostamente facilitavam a gravidez. De bruxas que faziam sexo com a raiz de mandrágora, dizia-se serem capaz de gerar prole, todavia, sem sentimentos, capacidade de amar ou alma.
Alraune (mandrágora em alemão) é o nome dado a uma personagem feminina lendária, retratada em filmes do expressionismo alemão.
O escritor alemão Hanns Heinz Ewers publicou um romance intitulado Alraune em 1911. O romance diverge do mito concentrando-se nas questões de inseminação artificial e individualidade: genética versus ambiente. Um cientista, o Professor Jakob ten Brinken, interessado nas leis da hereditariedade, fecunda uma prostituta em laboratório com o sêmen de um enforcado. A prostituta concebe uma criança que não possui o conceito de amor, a qual o professor adota. A garota Alraune sofre com obsessões sexuais e relacionamentos pervertidos por toda sua vida. Ao descobrir sua origem artificial, ela se vinga do cientista, seu "pai".
O romance era muito popular durante os primeiros anos da II Guerra Mundial: soldados alemães foram capturados com cópias dele. Foram feitos alguns filmes baseados na lenda e no romance Alraune.
A base para a história de Alraune data da Idade Média alemã. A raiz da mandrágora , que possui um formato vagamente humanóide, era creditada pelos alquimistas como sendo produzida pela ação sobre a terra do esperma de enforcados, que ejaculavam ao terem seus pescoços quebrados. A própria raiz era utilizada em filtros e poções de amor, enquanto que seus frutos supostamente facilitavam a gravidez. De bruxas que faziam sexo com a raiz de mandrágora, dizia-se serem capaz de gerar prole, todavia, sem sentimentos, capacidade de amar ou alma.
Alraune (mandrágora em alemão) é o nome dado a uma personagem feminina lendária, retratada em filmes do expressionismo alemão.
O escritor alemão Hanns Heinz Ewers publicou um romance intitulado Alraune em 1911. O romance diverge do mito concentrando-se nas questões de inseminação artificial e individualidade: genética versus ambiente. Um cientista, o Professor Jakob ten Brinken, interessado nas leis da hereditariedade, fecunda uma prostituta em laboratório com o sêmen de um enforcado. A prostituta concebe uma criança que não possui o conceito de amor, a qual o professor adota. A garota Alraune sofre com obsessões sexuais e relacionamentos pervertidos por toda sua vida. Ao descobrir sua origem artificial, ela se vinga do cientista, seu "pai".
O romance era muito popular durante os primeiros anos da II Guerra Mundial: soldados alemães foram capturados com cópias dele. Foram feitos alguns filmes baseados na lenda e no romance Alraune.
terça-feira, 9 de março de 2010
Fotos: Retalhos de mim / Poema: Espelho (Sylvia Plath)
Espelho
Sou prateado e exato. Não tenho preconceitos.
Tudo o que vejo engulo imediatamente
Do jeito que for, desembaçado de amor ou aversão.
Tudo o que vejo engulo imediatamente
Do jeito que for, desembaçado de amor ou aversão.
O olho de um pequeno deus, de quatro cantos.
Na maior parte do tempo medito sobre a parede em frente.
Eu acho que ela é parte do meu coração. Mas ela oscila.
Rostos e escuridão nos separam toda hora.
Buscando na minha superfície o que ela realmente é.
Então ela se vira para aquelas mentirosas, as velas ou a lua.
Ela me recompensa com lágrimas e um agitar das mãos.
Sou importante para ela. Ela vem e vai.
A cada manhã é o seu rosto que substitui a escuridão.
Em mim ela afogou uma menina, e em mim uma velha
Se ergue em direção a ela dia após dia, como um peixe terrível.
domingo, 7 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher - 100 anos - Celebrar o quê?
Não quiz dizer nada, não que não se possa dizer ... deixei elas falarem por mim, já que falam tão bem, e sempre nos comunicamos na sonoridade da vida! Valeu minhas mulheres!
(não poderia deixar de colocar essa - só de brincadeirinha!)
sexta-feira, 5 de março de 2010
"Sem amor Somos apenas Estranhos no Paraíso."
Nada de homens de roupas colantes, nem de mulheres siliconadas.
Estranhos no Paraíso é a história de duas jovens bem reais, tangíveis, ao alcance dos nossos olhos.
Você estuda com elas, trabalha com elas ou mesmo encontra com elas andando por aí.
Você pode até enxergá-las porque às vezes se escondem no meio da multidão. Mas elas estão lá.
Choram e riem, amam e odeiam, e sonham com um amanhã que talvez nunca aconteça.
Assim como a gente.
Estranhos no Paraíso, à aclamada série de quadrinhos criada por Terry Moore, fala da intimidade de Francine e Katchu, duas mulheres extraordinarias vivendo o desafio do dia-a-dia...
logo alí, bem perto de nós.

Essas duas pessoas mudaram minha vida! Estão mudando!
Não só elas, seus arredores, suas indagações e vontades .... me perco e me encontro nelas, nos que às cercam...
Pois bem, caras e caros, vou lhes contar como foi que descobri esse intermundo!
Confesso que nunca fui ligada em HQs, apesar de sempre ter vivido com pessoas (primos, ex-namorados, e amigos) que gostam e investiram bastante seu tempo nessas leituras.Ultimamente, de um ano pra cá, não sei muito bem ao certo venho buscando contato. Posso me considerar bastante leiga no assunto, sem influencias ou coisas do tipo.
Meu amigo trouxe pra casa alguns quadrinhos, e vem trazendo com frequencia.
Trouxe dois, " Morte - o grande momento da vida" e "Estranhos no Paraíso"
Quando vi os nomes, e de cara o que mais me chamou atenção foi o primeiro que citei à vocês, perguntei, ja achando que esse seria inacreditavel de bom.
Mauricio, qual é melhor?
Ahhh!!!! os dois, mas Estranhos no Paraiso é dahora hein!
Não o li de cara, deixei pra depois.
Marcela começou a ler eles, disse-me que era realmente cativante.
No dia seguinte acabei com a primeira série ... não dormi.
Segundo dia, acabei com a segunda série ... chorei!
A sensibilidade dos traços me deixou assim ...o olhar desenhado ... a expressão do sentimento mostrado num traço, na delicadeza ... mais ainda, a sutileza e perversidade da vida dessas personagens .... suas necessidades e desesperos. O amor incondicional de duas amigas-almas gemeas.
Vivendo coisas comuns, que fascinam ... vidas normais que muitas vezes não nos damos conta de como somos ou como estamos, ou muito menos de que nossa pequena vida possa ter brilho, mesmo que num pedaço pequeno de espaço-tempo-pessoas.
Ai ... seguimos então ....
Buscarei pelas proximas que ainda não li!
Um beijo!
Poema Escrito por Katchoo (Estranhos no Paraíso)
This mask I wear you gave to me
One winter night beneath the trees.
Its black and blue enshrouds my life,
Surrounds my eyes and blinds my sight.
This mask I wear pretends I'm here
And hides me from the awful fear
That you might find the heart of me
And take that too, beneath the trees.
This mask I wear to hide the pain.
It's all I have to keep me sane.
I just fell down, I'm told to tell.
There are no words to stop this hell.
This mask I pray to God for why
He hates me so to watch me die
A little more with every night
This man comes in and rapes my life.
But little girls grow up, my friend
And learn the wicked ways of men.
And this mask I wear comes off the day
This mask I wear lays on y*ur grave.
Esta máscara que eu uso você me deu
Em uma noite de inverno por entre as árvores.
É branca e negra amortalhando minha vida,
Circundando meus olhos e cegando minha vista.
Esta máscara eu uso para fingir que estou aqui
E me esconde do terrível medo
Que você talvez encontre em meu coração
E te leva, também, por entre as árvores.
Esta máscara que eu uso para esconder a dor
É tudo que tenho para me manter sã.
Eu só me senti para baixo, eu contei e conto
Que não há palavras para parar este inferno
Esta máscara eu pedia em prece a Deus para que
Ele me odeie e me veja morrer
Um pouco mais a cada noite
Este homem vem e abusa da minha vida.
Mas as garotinhas crescem, minha amiga
E aprendem os modos cruéis dos homens
E esta máscara eu uso ao cair do dia
Esta máscara eu uso ao deitar em seu túmulo.
terça-feira, 2 de março de 2010
mais uma tarde passageira
A cidade é nublada, cheia de cinzas e concreto. E saí buscando novas cores. Só via os muros, praças, o asfalto...
Não eram essas que meus olhos procuravam. Queria cheirar o azul anil. Impossibilitada onde estava, segui o aroma celeste. Encontrei o mar. Colori meus pensamentos.
São nuvens por toda parte, mas essas faziam poesias. Dançavam a música das ondas refletindo sobre mim a energia.
O horizonte se cobriu de brancas espumas. Um tapete negro se aproximava dando bom dia à lua que nasceria, mas o rasgado amarelo relutava em me abandonar. Fixei meu sentimento nesse baile de magia.
( ... sem fotos, mas a imagem me capturou atraves de versos e memórias - 1/03/2010 - tardezinha santista)
TRILHA SONORA DO ENTARDESCER!!!
segunda-feira, 1 de março de 2010
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