sexta-feira, 28 de maio de 2010

Canteiro de Liberdade

Numa pequena manhã
O  carpe diem  se faz presente pensando momento futuro
Eu continuo plantando FARPAS
Numa pequena manã 
A borboleta azul sai do casulo e voa, voa, voa ... 
Eu continuo plantando FAGULHAS ...
A besouro marrom Diogo Rios vive a clandestinidade para ser o ke acredita
Eu continuo plantando CENTELHAS.
A andorinha Emma Goldmam caminha até o verão
Eu continuo plantando ERVAS DANINHAS.
A tarde o Sol nos presenteia com seus carinhos
Eu continuo plantando REVOLTA.
O grande salmão sobe o rio contra a correnteza para ser o ke sempre foi
Eu continuo plantando SOLIDARIEDADE e descobrindo ke a liberdade conquista-se e não se mendiga.
Por isso planto SUBVERSÃO e LIBERDADE nesse meu canteiro.
(Anigav - Matei minha melhor amizade por minhas ideias de liberdade, não haveria como ter estimas com a própria mediocridade, sem espaço para hipócritas emanações de falsa fraternidade. - Lux Alt)

Poesia rabiscada pelo amigo Lucas ... descobrindo pessoas ... percebo que meus sentimentos podem ser compartilhados ... valeu Lucas ... seguimos onde quer que estejamos ... abração ... Sano y Ribelo!!!









3 comentários:

Roni disse...

É tudo tão muito maluco, o q as pessoas esacrevem e o q nos toca...imagino, se senti algo parecido...e colho minhas ervas daninhas...mas antes de tudo...são minhas.

Cleo disse...

hehehe ... são minhas tambem ... compartilhamos ervas daninhas ... farpas, espinhos e solidariedade em esperanças inacabadas ... um beijo Roni querido ...

Azia e Insônia disse...

Nossa, gostei de mais. Seguimos semeando sempre!!!
Tru, essa foto, você que tirou?

Besos

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